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terça-feira, 19 de julho de 2011

  • TRUE POET’S FELLINGS

«Your body hurts you as the world hurts God» – Sylvia Plath (in 103).

terça-feira, 2 de novembro de 2010

  • O SOCRATISMO — COMBATER A DEPRESSÃO COM DEPRESSÃO
Portugal está deprimido. A depressão passou de demográfica a existencialismo social; a depressão colectiva. Em cada mãe encontraremos uma filha de Sylvia Plath, um desespero mudo que olha para um Governo surdo que não vê que a cada dia que passa dá aos cidadãos em Portugal uma Sexta-feira negra. As circunstâncias são difíceis, mas não deveriam ser. Quem se lembra da aprovação do último Orçamento Geral do Estado sabe(rá) bem do que estou a dizer.

Existe uma diferença entre política e políticas. O Governo de José Sócrates não deixa o povo esquecer isso. Retirar e diminuir o abono de família — estrangulando, ainda mais, muitas famílias — é uma dessas lembranças. E só não aumentou o IVA de produtos fundamentais para as famílias, nomeadamente das que têm crianças, porque o PSD não deixou (as motivações de Passos Coelho e do PSD não vêm ao caso). E que o Governo aumentar a taxa da natalidade… combater a depressão demográfica. Que contra senso!

Esta política de aflitos não está com nada. A técnica de combater o fogo com fogo não é aplicável às ciências sociais, e muito menos nas políticas sociais. Combater depressão com depressão é coisa néscia. Que Deus no ajude!, pois este Governo não parece estar a sê-lo por Ele. E, mais Eduardo Catroga… Não!

Porque não? É um rio de más águas, como são os frutos que hoje comemos por si regados no último Governo de Aníbal Cavaco Silva. A memória...

terça-feira, 6 de abril de 2010

| CANCIÓN DE AMOR DE LA JOVEN LOCA

Cierro los ojos y el mundo muere;
Levanto los párpados y nace todo nuevamente.
(Creo que te inventé en mi mente).

Las estrellas salen valseando en azul y rojo,
Sin sentir galopa la negrura:
Cierro los ojos y el mundo muere.

Soñé que me hechizabas en la cama
Cantabas el sonido de la luna, me besabas locamente.
(Creo que te inventé en mi mente).

Dios cae del cielo, las llamas del infierno se debilitan:
Escapan serafines y soldados de satán:
Cierro los ojos y el mundo muere.

Imaginé que volverías como dijiste,
Pero crecí y olvidé tu nombre.
(Creo que te inventé en mi mente).

Debí haber amado al pájaro de trueno, no a ti;
Al menos cuando la primavera llega ruge nuevamente.
Cierro los ojos y el mundo muere.
(Creo que te inventé en mi mente).
---- Sylvia Plath

quarta-feira, 24 de março de 2010

| CANCIÓN DE AMOR DE LA JOVEN LOCA

Cierro los ojos y el mundo muere;
Levanto los párpados y nace todo nuevamente.
(Creo que te inventé en mi mente).

Las estrellas salen valseando en azul y rojo,
Sin sentir galopa la negrura:
Cierro los ojos y el mundo muere.

Soñé que me hechizabas en la cama
Cantabas el sonido de la luna, me besabas locamente.
(Creo que te inventé en mi mente).

Dios cae del cielo, las llamas del infierno se debilitan:
Escapan serafines y soldados de satán:
Cierro los ojos y el mundo muere.

Imaginé que volverías como dijiste,
Pero crecí y olvidé tu nombre.
(Creo que te inventé en mi mente).

Debí haber amado al pájaro de trueno, no a ti;
Al menos cuando la primavera llega ruge nuevamente.
Cierro los ojos y el mundo muere.
(Creo que te inventé en mi mente).
---- Sylvia Plath

Imagem: Ecclesiastes I — Konstantin Kalynovych