- LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS...
Imagem: A Lavadeira, Toulouse Lautrec (1889)
Cicero discursando contra Catilina no Senado.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
12:47:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, livros, Oscar Romero, Toulouse Lautrec
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
11:50:00 p.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:48:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: beleza, cultura, el amor, humana conditio, livros, natureza
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:57:00 p.m.
14
comentários
El Gólem de Gustav Meyrink
Imagem: Rafael
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
10:32:00 a.m.
0
comentários
Estava a pensar um pouco, e, depois do meu Mestre, lembrei-me de Olhai Os Lírios do Campo, um belíssimo livro de Érico Veríssimo. Lembro-me, sempre, de uma personagem que não desejava ter filhos para não estragar o seu corpo, e de uma outra que, dando a sua vida, empresta um filho ao Mundo. O amor é, verdadeiramente, a maior capacidade do ser humano.
A ler: Olhai Os Lírios do Campo, Érico Veríssimo
Imagem: Couleur café — Jean Louis Grig
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
1:46:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: livros
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
1:09:00 p.m.
3
comentários
Há uns anos, fazia o Curso Geral dos Liceus em Lisboa, mais concretamente: na Póvoa de Santo Adrião, quando me chegou às mãos o livro Palavras Cínicas, do professor Albino Forjaz de Sampaio. Vinha de uma colega, mais velha do que eu (confesso que atentava mais nas suas formas opulentas do que no que dizia) e fiquei, confesso, espantado com a obra e, hoje, estive a ler um pouco do livro. Foi a Primeira Carta que, paradoxalmente, me apresentou Ivan Turgueniev… ainda me lembro das primeiras palavras amadas de Turgueniev e que me assaltaram a alma, presas e a voar para mim de O Sonho: «A minha mãe depositara em mim todos os seus pensamentos e cuidados, enlaçando a sua vida com a minha».
Tornei-me devedor, de Albino Forjaz de Sampaio (apoucadíssimo por Almada Negreiros no poema «Manifesto Anti Dantas» pelos seus escritos no jornal A Luta) – por me ter apresentado Turgueniev, e, a modo dessa apresentação, devo a Machado de Assis o achamento de Shelley, quando, lendo Helena, encontrei grafado este excerto de poema: I can´t give what men call love e apaixonei-me pela poeta. A Borges, por exemplo, depois de ter lido El Golem (um dos melhores poemas que já li) e Los Conjurados devo a introdução a Adolfo Bioy Casares, Gustav Meyrink e Amiel, numa perseguição que faço ao pensamento interior do poeta e meio vislumbrada na sua poética. «Serei capaz de escrever poemas de amor depois dos oitenta anos?» — pergunto-me.
Mormente estes benefícios mediatos de busca de beleza num mundo pejado de darwinismo social — visto por Hobbes, Turgueniev e decantado por Forjaz de Sampaio —, as Palavras Cínicas ainda hoje me incomodam e me impelem, sempre, a procurar a beleza, a consolação da filosofia, como diria Boeccio, e da arte, trazendo-me esta desejos e sensações, coisas meio vislumbradas… como voz de Kavafys. E hoje, nem o ter tido o prazer de acrescentar mais duas interpretações à colecção do meu Adágio preferido (Concierto de Aranjuez, de Joaquín Rodrigo) me salva de alguma putrefacção de alma que a verdade por vezes transporta. Mas há que, como Cândido, continuar a cultivar o nosso jardim, a cuidar da rosa silenciosa, a sentir o seu aroma ausente pois o bem não exige recompensa, é a recompensa.
E decidi (pondero nisso há muito), que deveria compartilhar as cartas de Palavras Cínicas de Albino Forjaz de Sampaio, e não sei se faço um favor de partilha; não sei não... mais uma incerteza para a minha colecção de dúvidas. Seja como for, que estejas num festim, sempre! Diz o autor no proémio das mesmas: «Vi que a vida era má e escrevi estas cartas. Se as leres no meio de um festim, as porás de parte com enfado, mas buscarás a sua consolação quando o mundo te fizer chorar.» Mas vida não é má, só é cruel para os bons e corrompedor da beleza. O que faz toda diferença, parece-me.
A Viagem Sentimental - Konstantin Kalynovychend
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
9:34:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, humana conditio, livros, longitude, narcisismos
Agamemnon, Aeschylus
(Um belíssimo alerta para a «outra» natureza feminina — a tragédia grega no seu melhor)
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
9:52:00 p.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
11:29:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: beleza, estória contôd, JL borges, livros
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
8:34:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:43:00 p.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
5:04:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, humana conditio, livros
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:58:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
1:47:00 a.m.
0
comentários
Schelling-Hegel. Correspondencia completa, Traducción de Raúl Gutiérrez y Hugo Ochoa
Imagem: Sonata Africana, Vladimir Kush
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
1:12:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
5:55:00 p.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:02:00 a.m.
2
comentários
«Living things obey all the laws of chemistry and physics, including the second law of thermodynamics, which states that the amount of entropy (disorder) in the universe is always increasing. The consumption of energy is the only way to create order in the face of entropy. Life doesn’t violate the second law; living things capture energy in a variety of forms, use it to create internal order, and then transfer energy back to the environment as heat. An increase in organization within a cell is coupled with a greater increase in disorder outside the cell», Lawrence Hunter, «Molecular Biology for Computer Scientists» in Artificial Intelligence and Molecular Biology, (edited by Lawrence Hunter), s/d, p. 17
Imagem: William Blake
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
11:09:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: ciência, cultura, livros, vozes de atentar...
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:36:00 a.m.
0
comentários