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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS...
La Violencia del Amor, Oscar Romero

Imagem: A Lavadeira, Toulouse Lautrec (1889)

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS...
POUND/JOYCE, The Letters of Ezra Pound to James Joyce, with Pound's Essays on Joyce

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS…
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    El Amor, las Mujeres y la Muerte, Schopenhauer
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    Imagem: Kinder — Jean Louis Gieg

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

  • OS CLÁSSICOS DA TERTÚLIA DA RCV
Ouvi ontem a noite, no programa «Tertúlias Pela Noite Dentro» da RCV uma conversa sobre literatura clássica. Ai, os clássicos! O seu a seu dono, diria... é que os conversadores, que Tertulianos só foram dois, do programa reinventaram o conceito de «clássico» de uma forma que me deixou estarrecido. Uma coisa é falar-se dos clássicos, os verdadeiros clássicos, como são os casos de Sófocles, Virgílio, Ovídio, Homero, … e outra coisa são os clássicos num sentido mais lato, i.e., os autores clássicos modernos — onde falaríamos de Petrarca, Camões, Shakespeare, Dante, João da Cruz, Cervantes, Calderon de la Barca, P. António Vieira, Dostoievsky, Puskin, Thomas Mann, Goethe, Withman, Milton, Alexander Pope, Emily Bronté, William Blake … — e contemporâneos, e aqui poderíamos falar de Tagore, Italo Calvino, John dos Passos, James Joyce, Faulkner, Proust, Steinbeck, Mishima, Unamuno, J.L. Borges, Hemingway e… são os que me ocorrem, agora e sem referir alguns gostos pessoais a acrescentar a estes.

Falar-se de clássicos, e destes só ouvir falar de Homero… sabe a pouco e é pouco, muito pouco. E propõe-se uma leitura clássica que não o é. «O Estrangeiro» de Albert Camus (obra fundamental do existencialismo — que é tão menos literatura como é «O Príncipe» de Maquiavel…) e as
«Memórias de Adriano» de Marguerite Yourcenar (que é um livro verdadeiramente fabuloso1) não são clássicos. Podem ser considerados obras fundamentais da literatura francesa, ou até «clássicos franceses», ou «clássicos contemporâneos» mas nunca clássicos em sentido próprio. O mesmo se diga de «O Médico e o Monstro» de Stevenson (que vem atrás das obras de Rudyard Kipling e de Jules Verne, no género aventura e ficção fantástica, por exemplo, e atrás de Mary Shelley se for catalogado como terror). «Coração das Trevas», de Conrad… é, será, um clássico contemporâneo na medida em que o é, por exemplo, «A Oeste Nada de Novo» de E.M. Remarque.

Note-se que, no que a Joseph Conrad diz respeito, o leitor mediano terá preferência por «Lord Jim»
— que é uma obra de referência do imaginário aventureiro da minha juventude e da minha geração, e que tem um profundo sentido moral, no sentido clássico — em relação ao «Coração das Trevas» não tem (mesmo sendo ambos obras trágicas segundo o cânone grego). Ademais, surpreendeu-me que um ex-colonizado tenha uma leitura tão apaixonada por essa obra de Conrad. Este, com E.R. Burroughs (quem não se lembra de «Tarzan dos Macacos»?) e Rudyard Kipling («O Homem Que Queria ser Rei» e «O Livro da Selva») são dos escritores mais comprometidos com o ideário imperialista e colonialista (pior: com uma ideia de inferioridade do negro e demais povos colonizados em relação ao homem branco).

Pois é: esses livros tinham e têm muito pouco de infantil, ao contrário do que parecem, pois trazem uma mensagem subliminar e ideológica que escapa ao leitor comum. Mas são clássicos da literatura moderna, no sentido moral e ideológico do seu tempo e da sua disseminação e popularização, mas não têm a dimensão do humanismo que encontramos na «Ilíada» de Homero, na «Antígona» de Sófocles ou no «Prometeu Agrilhoado» de Ésquilo. Ser clássico é muito mais do que ser e ser-se preservado ao longo do tempo. Existem clássicos que a maioria dos cidadãos do Mundo nunca ouviram falar, e é pena que se tenha perdido a oportunidade de os dar a conhecer e terem os conversadores do programa atentado numa ideia refundida de clássico.

Note-se o caso de as «Viagens da Minha Terra», de Almeida Garret (outra das obras referidas no programa). Livro que li pela primeira vez como obrigação escolar mas que gostei de imediato, mas só é um clássico para e no contexto da literatura portuguesa. Já a «Morgadinha dos Canaviais» … foi um dos primeiros livros «a sério» que li (o primeiro foi «Uma Família Inglesa», também de Júlio Diniz) e tem um lugar particular na minha memória literária, mas só é clássico na medida em que considerarmos Júlio Diniz um autor clássico da literatura portuguesa.

Os clássicos são e estão historicamente definidas. «A República» de Platão é um clássico, sim! E não é tão utópico como se pensa…basta lê-lo, basta lê-lo e pensar na sociedade em que vivemos. Assim como «A Política» e a «Ética a Nicómaco» de Aristóteles, a «Antigona» de Sófocles, a «A Cidade de Deus» de Agostinho, as obras de Plutarco, Plínio, o Velho, de Homero, Virgílio, Ovídio, Dio Cássio, Josefo, Tito Lívio, Herodoto, Juvenal, Lamprídio, Spartiano, Ésquilo… são clássicos, no sentido próprio da palavra.

Aconselhar um clássico, é complicado... Para iniciar a leitura em todas as idades, «O Principezinho» de Saint-Exupéry é boa sujestão (não é um livro infantil, não! assim como «Alice no Pais das Maravilhas» ou «Alice através do Espelho» de Lewis Carroll não são livros infantis…), assim com «Cândido» de Voltaire são boas leituras: leves e profundas. Ah!, essa de colocar Sofia de Mello Breyner Anderson entre os clássicos, não lembra ao Diabo! É uma boa poetisa, sim. Mas está longe de ser um clássico, ainda que da literatura portuguesa! Se tivesse ouvido o nome de Florbela Espanca, diria que se estava a fazer um justo paralelo do significado dela para a literatura portuguesa, enquanto poeta, com a que Rosália de Castro tem para a poesia Galega.

Quantos aos clássicos cabo-verdianos… quando começarem a promover a nossa cultura de forma devida, nomeadamente reeditando os autores de antanho, poderemos falar deles com propriedade. Pois isso de ser clássico, não é só dizer que se é, ai não. Ser-se não é bastante. No sentido de clássicos nacionais, de Cabo Verde, é fácil dizer que este ou aquele é um clássico; acho que esse é o mais fácil dos exercícios; mesmo que não tenha sido lido, mas só citado… ou ouvido dizer; como é moda ou modismo em dado sector da cultura.

Imagem: Olympe – Jean Louis Grig
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[1] Livro que gosto em particular, por destoar das obras do género. É, com «Ulisses» de James Joyce, provavelmente, o livro mais difícil que se pode aconselhar a qualquer leitor. Uma proposta de leitura da Dra. Ondina Ferreira que está ao alcance de muitos poucos leitores, pois é um livro que só se consegue ler (no sentido de perceber a obra) se se conhecer os clássicos, os verdadeiros clássicos – e Marguerite Yourcenar escreveu «Memórias de Adriano» para poucos, talvez a pensar em si mesma (é a sensação que fico sempre que vasculho a obra) e num bonnus pater familias da cultura clássica que sabe quem foi Adriano. Neste aspecto foi pouco democrática. Mas quem foi que disse que a cultura é democrática?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS

El Gólem de Gustav Meyrink

Imagem: Rafael

domingo, 4 de outubro de 2009

Estava a pensar um pouco, e, depois do meu Mestre, lembrei-me de Olhai Os Lírios do Campo, um belíssimo livro de Érico Veríssimo. Lembro-me, sempre, de uma personagem que não desejava ter filhos para não estragar o seu corpo, e de uma outra que, dando a sua vida, empresta um filho ao Mundo. O amor é, verdadeiramente, a maior capacidade do ser humano.

A ler: Olhai Os Lírios do Campo, Érico Veríssimo

Imagem: Couleur café — Jean Louis Grig

domingo, 20 de setembro de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS
Ratos e Homens de John Steinbeck

Diálogo entre George e Lennie:

— […] Você só arranja confusão. Faz coisas ruins e eu tenho que te salvar. — Quase gritava agora. — Seu filho da puta maluco! Você me mete em encrenca o tempo todo! — Assumiu o ar afetado de uma menina imitando outra.
— Eu só queria passar a mão no vestido daquela moça... Só queria alisar ele como se fosse um rato...
— Que diabo, como é que ela ia saber que você só queria alisar o vestido dela? Ela deu um pulo para trás e você segurou o vestido dela como se fosse um rato. Ela gritou e a gente teve que se esconder numa vala de irrigação o dia todo enquanto os caras procuravam a gente; e aí a gente teve que escapulir no escuro e dar o fora da região. O tempo todo é isso. O tempo todo. Gostaria de te botar numa jaula com um milhão de ratos para você se divertir.

sábado, 19 de setembro de 2009

  • DESPOJOS DE FESTIM – VIAGEM SENTIMENTAL

Há uns anos, fazia o Curso Geral dos Liceus em Lisboa, mais concretamente: na Póvoa de Santo Adrião, quando me chegou às mãos o livro Palavras Cínicas, do professor Albino Forjaz de Sampaio. Vinha de uma colega, mais velha do que eu (confesso que atentava mais nas suas formas opulentas do que no que dizia) e fiquei, confesso, espantado com a obra e, hoje, estive a ler um pouco do livro. Foi a Primeira Carta que, paradoxalmente, me apresentou Ivan Turgueniev… ainda me lembro das primeiras palavras amadas de Turgueniev e que me assaltaram a alma, presas e a voar para mim de O Sonho: «A minha mãe depositara em mim todos os seus pensamentos e cuidados, enlaçando a sua vida com a minha».

Tornei-me devedor, de Albino Forjaz de Sampaio (apoucadíssimo por Almada Negreiros no poema «Manifesto Anti Dantas» pelos seus escritos no jornal A Luta) – por me ter apresentado Turgueniev, e, a modo dessa apresentação, devo a Machado de Assis o achamento de Shelley, quando, lendo Helena, encontrei grafado este excerto de poema: I can´t give what men call love e apaixonei-me pela poeta. A Borges, por exemplo, depois de ter lido El Golem (um dos melhores poemas que já li) e Los Conjurados devo a introdução a Adolfo Bioy Casares, Gustav Meyrink e Amiel, numa perseguição que faço ao pensamento interior do poeta e meio vislumbrada na sua poética. «Serei capaz de escrever poemas de amor depois dos oitenta anos?» — pergunto-me.

Mormente estes benefícios mediatos de busca de beleza num mundo pejado de darwinismo social — visto por Hobbes, Turgueniev e decantado por Forjaz de Sampaio —, as Palavras Cínicas ainda hoje me incomodam e me impelem, sempre, a procurar a beleza, a consolação da filosofia, como diria Boeccio, e da arte, trazendo-me esta desejos e sensações, coisas meio vislumbradas… como voz de Kavafys. E hoje, nem o ter tido o prazer de acrescentar mais duas interpretações à colecção do meu Adágio preferido (Concierto de Aranjuez, de Joaquín Rodrigo) me salva de alguma putrefacção de alma que a verdade por vezes transporta. Mas há que, como Cândido, continuar a cultivar o nosso jardim, a cuidar da rosa silenciosa, a sentir o seu aroma ausente pois o bem não exige recompensa, é a recompensa.

E decidi (pondero nisso há muito), que deveria compartilhar as cartas de Palavras Cínicas de Albino Forjaz de Sampaio, e não sei se faço um favor de partilha; não sei não... mais uma incerteza para a minha colecção de dúvidas. Seja como for, que estejas num festim, sempre! Diz o autor no proémio das mesmas: «Vi que a vida era má e escrevi estas cartas. Se as leres no meio de um festim, as porás de parte com enfado, mas buscarás a sua consolação quando o mundo te fizer chorar.» Mas vida não é má, só é cruel para os bons e corrompedor da beleza. O que faz toda diferença, parece-me.

A Viagem Sentimental - Konstantin Kalynovychend

terça-feira, 8 de setembro de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS

Agamemnon, Aeschylus
(Um belíssimo alerta para a «outra» natureza feminina — a tragédia grega no seu melhor)

  • Mural (como se pode fazer coisas boas...)

sábado, 5 de setembro de 2009

  • ÁNGELES DE SWEDENBORG
Durante los últimos veinticinco años de su estudiosa vida, el eminente hombre de ciência y filósofo Emmanuel Swedenborg (1688-1772) fijó su residencia en Londres. Como los ingleses son taciturnos, dio en el hábito cotidiano de conversar con demonios y ángeles. El Señor le permitió visitar las regiones ultraterrenas y departir con sus habitantes. Cristo había dicho que las almas, para entrar en el cielo, deben ser justas; Swedenborg añadió que deben ser inteligentes; Blake estipularía después que fueran artísticas.

Los Ángeles de Swedenborg son las almas que han elegido el Cielo. Pueden prescindir de palabras; basta que un Ángel piense en otro para tenerlo junto a él. Dos personas que se han querido en la tierra forman un solo Ángel. Su mundo está regido por el amor; cada Ángel es un Cielo. Su forma es la de un ser humano perfecto; la del Cielo lo es asimismo. Los Ángeles pueden mirar al norte, al sur, al este o al oeste; siempre verán a Dios cara a cara.
Son ante todo teólogos; su deleite mayor es la plegaria y la discusión de problemas espirituales.

Las cosas de la tierra son símbolos de las cosas del Cielo. El sol corresponde a la divinidad. En el Cielo no existe tiempo; las apariencias de las cosas cambian según los estados de ánimo. Los trajes de los Ángeles resplandecen según su inteligencia.

En el Cielo los ricos siguen siendo más ricos que los pobres, ya que están habituados a la riqueza. En el Cielo, los objetos, los muebles y las ciudades son mas concretos y complejos que los de nuestra tierra; los colores, más variados y vívidos. Los Ángeles de origen inglês propenden a la política; los judíos, al comercio de alhajas; los alemanes llevan libros que consultan antes de contestar. Como los musulmanes están acostumbrados a la veneración de Mahoma, Dios los ha provisto de un Ángel que simula ser el Profeta.

Los pobres de espíritu y los ascetas están excluidos de los goces del Paraíso porque no los comprenderían. in Jorge Luis Borges, El libro se los seres imaginarios
  • Imagem: H. R.Giger

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS
La invención de Morel, Adolfo Bioy Casares
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Imagem: Ludwig Van Betthoven, Andy Warhol

sábado, 22 de agosto de 2009

  • PROMETEO (1774)
¡Cubre tu cielo Zeus
con bruma de nubes
y como un jovenzuelo
que cardos decapita
ejercítate en robles y altas montañas!
Tienes que dejarme
mi tierra sin embargo
y mi choza
que tú no has hecho
y mi hogar
cuyo fuego
me envidias.

No conozco nada más pobre
bajo el sol que vosotros, dioses.
Alimentáis parcamente
de ofrendas
y aliento de oraciones
vuestra majestad
y viviríais en la miseria
si no fueran
niños y mendigos
locos llenos de esperanza.

Cuando era un niño
no sabía nada de nada,
dirigía mi ojo extraviado
al sol, como si allí hubiera
un oído para oír mi queja,
un corazón como el mío
que de mi apuro se compadeciera.

¿Quién me ayudó contra
la arrogancia de los titanes,
quien me salvó de la esclavitud
de la muerte?
No lo has logrado todo tú,
santo corazón ardiente
y ardías joven y bien,
engañado, gracia de salvación
para el durmiente allí arriba.

¿Honrarte? ¿Por qué?
¿Has paliado los dolores
alguna vez del agravado,
has aplacado las lágrimas
alguna vez del angustiado?
¿No me ha forjado hombre
el poderoso tiempo
y el eterno destino,
mis señores y los tuyos?

Te figuras acaso
que debía odiar la vida,
huir al desierto,
porque no todos los sueños floridos
de las mañanas de la infancia
maduraron.

¡Aquí estoy sentado, forma hombres
a mi semejanza,
una estirpe que a mí sea igual
en sufrir, llorar,
gozar y alegrarse
y en no respetarte
como yo!
----- Goethe
in Johann Wolfgang Goethe, La Vida es Buena (Cien poemas), Madrid, Visor, 1999

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS
1. Flavio Josejo, Las Guerras de los Judíos

2. Sylvia Plath, The Collected Poems

Enquanto faço este conselho, oiço L´elisir d´Amore («Una Furtiva Lágrima», de Donizetti, na voz de Luciano Pavarotti), e leio uns poemas de Sylvia Plath, Mário Quintana e Olavo Bilac e penso na efemeridade da existência (ai! pensar nisso em férias...). Deveríamos nascer velhos, e morrer novos – como entramos no mundo... Mas quem foi que disse que a vida é justa? Sim, quem foi?...
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Imagem: Cavalaria de Anibal em Canas

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS…
Las Guerras de los Judios, Flávio Josefo
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Imagem: Hygeia, Gustav Klimt,

quarta-feira, 24 de junho de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS...
Stories of the Prophets from Adam to Muhammad, Ibn Katheer

Imagem: Dark Labirint, Luis Royo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS...

Schelling-Hegel. Correspondencia completa, Traducción de Raúl Gutiérrez y Hugo Ochoa

Imagem: Sonata Africana, Vladimir Kush

quinta-feira, 11 de junho de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS

    Robert Wright, The Evolution of God

Imagem: Tutankhamon

quinta-feira, 21 de maio de 2009

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS
Enciclopedia of Ancient Egipt, de Margareth Bunson – vou na letra "N", e fiquei desiludido com a informação sobre Neferekare; mas tem outras mais valias.

Imagem: (Selva, de noite), Tarzan, Burne Hogart

sexta-feira, 24 de abril de 2009

  • VOZES DE ATENTAR…

«Living things obey all the laws of chemistry and physics, including the second law of thermodynamics, which states that the amount of entropy (disorder) in the universe is always increasing. The consumption of energy is the only way to create order in the face of entropy. Life doesn’t violate the second law; living things capture energy in a variety of forms, use it to create internal order, and then transfer energy back to the environment as heat. An increase in organization within a cell is coupled with a greater increase in disorder outside the cell», Lawrence Hunter, «Molecular Biology for Computer Scientists» in Artificial Intelligence and Molecular Biology, (edited by Lawrence Hunter), s/d, p. 17

Imagem: William Blake

  • LIVROS QUE MERECEM MAIS DO QUE SER LIDOS
Conjugial Love, Emmanuel Swedenborg
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Imagem: Amor profano, Ticiano