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segunda-feira, 16 de maio de 2011

  • V ESTAÇÃO - HUMANA CONDITIO
Há quem se lembre de rir e de chorar connosco, "antes do Vesúvio ejacular as chamas da eternidade em anónimos..."

Há coisas a que se não é obrigado, e por isso são belas; sublimes até. Gosto de falar, mas as palavras cansam-me... como se fossem o asno de Nietzsche, quase que o sendo. Quase… ao alcance da vontade, e da consciência: mudar o Mundo seria fácil, se pudesse mudar o coração de um único homem, se pudesse fazer os «imortais» perceberem que um pirilampo não é o Sol ou alimento, que ter dinheiro para uma cerveja não o mesmo que para o banquete de Henrique VIII.

Há estações em que as pessoas revelam-se belas. E depois… depois é sempre depois. Será por não fazer sentido haver uma VI Estação?

Imagem: Dora Maar, Man Ray

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

  • A MUDANÇA II
Escrevia o poema de hoje, 10 de Janeiro de 2010, e lembrei-me de Kierkegaard e de Nietzsche. A natureza de ser, do existir. Helvius Pertinax, aos trinta anos, escutou da sua consciência uma ideia análoga…