Mostrar mensagens com a etiqueta Helvius Pertinax. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Helvius Pertinax. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

  • A MUDANÇA II
Escrevia o poema de hoje, 10 de Janeiro de 2010, e lembrei-me de Kierkegaard e de Nietzsche. A natureza de ser, do existir. Helvius Pertinax, aos trinta anos, escutou da sua consciência uma ideia análoga…

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

  • EPIFANIA HISTÓRICA
Durante anos tentei perceber de forma adequada o porquê, a razão funda, de pessoas como Adolfo Hitler, António de Oliveira Salazar e Winston Churchill terem tanta e tamanha admiração por Benito Mussolini por volta de 1933. Afinal, depois de tanto pensar e tentar entender este fenómeno, chego à conclusão intuída à partida, há anos: connatus essendi. Tão simples como isso. Tenho de ser mais cartesiano; e seguir o conselho de Helvius Pertinax. Até o Mundo conspira neste sentido; mas o que é certo é que o paraíso – como diz o meu poeta moribundo – não se alcança pela força: tem asas de cristal, portas de sonhos de ontem e ferrolhos de borboletas azuis acabadas de nascer.

Que o ano novo seja o que tiver de ser, se for bom.

Imagem: António de Oliveira Salazar à secretária, com uma fotografia autografada de Benito Mussolini. Foto de Bernard Hoffman (Life Magazine)

terça-feira, 20 de julho de 2010

  • O MEU POETA

Escuto o meu poeta:

«A natureza dita coisas estranhas. Lembro-me do Édito de Mitrídates, e do juízo de Santo Agostinho sobre a sua execução. O paradoxo ao espelho. É quando Deus acorda, mas já é a hora nona e tenho de concordar com Helvius Pertinax e a essência do togado de púrpura do meu berço maior… e o VB deveria fazer a mesma coisa.»

Imagem: Le Mal du pays - René Magritte