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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

  • COISAS INSÓLITAS

A natureza também é poeta – também tenta escrever os Lusíadas.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Aitutaki Lagoon at Sunrise, Cook Islands

  • DÚVIDA EXISTENCIAL ©
«Em cinco anos não era possível fazer mais do que fizemos....» afirmou, por três vezes, José Maria Neves, Primeiro Ministro de Cabo Verde, hoje, na Assembleia Nacional. Um momento de rara sinceridade política, em qualquer parte do Mundo, mas também de sujeição à uma retórica implacável da Oposição. Mas não aconteceu. A Oposição, para mal dos seus pecados, parece que não estava lá, na Assembleia Nacional, e não ouviu esta espantosa afirmação.

Será porque não sabe o que se poderia fazer para além do que o Governo fez nos útimos anos? Ou será porque não ouviu mesmo? Ou, ainda, só vê o que faz mal para criticar? Algumas das muitas dúvidas simples que me ocorrem, agora.

Se calhar até sou capaz de concordar com Primeiro Ministro, pois, como tenho dito várias vezes, gerir um país com as fragilidades de Cabo Verde é um exercício continuo de recriação de milagres. Mas, pergunta-me, de repente, o meu poeta:

– Se não era possível fazer-se mais, não era possível fazer-se ou fazer melhor?.

E sou, abruptamente, assaltado por uma espantosa dúvida existencial.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

  • FÁBULA

Quem espera, sempre alcança; nem que seja a certeza. E se correres... bem, se correres o melhor é veres bem para onde vais – diz-me o meu poeta.

domingo, 12 de outubro de 2008

  • COISAS INSÓLITAS
Disse-me a minha irmã que o Advogado da família informou a nossa prima que uma folha de um acto registral (com inscrição de propriedades dos meus avós, agora da minha mãe e dos seus irmãos e irmãs) foi arrancada do livro respectivo; pois, ao que parece, alguém se lembrou de vender o que não é/era seu...
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E, imagine-se, ninguém notou a mutilação, ninguém sabe nada. Do Ministério Público, nem sinal; até agora. Fiquei espantado, pois isso não é um crime público, de notificação obrigatória ao Ministério Público, ao caso do Porto Novo? Santo Antão não é assim tão esquecido, até porque há coisas que entram pelos olhos adentro...
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Ai, os Senhores das Ilhas...