domingo, 30 de agosto de 2009

Decálogo del sexo sin amor, ¿lo practicas?, por Elizabeth Flores

A ler... estes novos Dez Mandamentos (escritos por Elizabeth Flores) para lidar com «Nossa S'nhora d´boca v'rôd pa tchom» e com o Calumus, como diria o americano. Afinal, «amai-Vos uns aos outros» não é a marca da nova dispensação do Mundo livre? Sim, «crescei e multiplai-Vos...» mas se for só para multiplicar o prazer, estes conselhos são bem úteis — mas, anoto a minha verdade: o amor é o sal do Sexo, o marmelo da marmelada, o açucar do café vulcánico... E, como dizia Salomão (e o sábio que me perdoe o usus abutendi das suas palavras) — que teve 300 mulheres e uma tantas concubinas —, «A alma farta pisa o favo de mel, mas para a alma faminta todo o amargo é doce» (Provérbios, XXVII.7). Por isso é que não falta(rá) — enquanto o eterno for hoje — quem coma sem sal, marmele sem marmelada e se queime no vulcão sem o doce of companionship! É a natureza, como digo... A liberdade — como diz o meu poeta.
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Ah! Só mesmo uma mulher escreveria um Decálogo do Sexo Sem Amor sem «levar na pinha» e ter uma inquisição feminina e moralista (a classe de mulheres que vivem sem a Gloria Mundi do sexo). Mas porquê, ó Deus, santos e santinhos!, é que não podemos ser livres, livres o bastante para dizer o que pensamos, sentimos, gostamos, vivemos ou queremos viver? Sim, porque não dizer o que nos dá orgasmos — esses, e os de alma? Comai e bebai que amanhã morreremos — exorta(va) S. Paulo.
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Someone have to do the dirty work? Yes! It´s hard to say? Who cares? I don´t give a dime for unhappy moralists… — says my poet. It´s Sunday and I have got a cadeaux from the wire fish! Isso tud p'dzê — sima gent antigue tava dzê — que «d'pos de passâ sab morrê ka nada!» Mas tem sabura, nhis gent... Ah, tem sabura k'no tem d'sabé aproveitá dret (risk d'mas ê cosa d'taná!); e esse amdjer t´insná uns cosa k'nô dvê t'má atençom. I se bzote f'ca incomodôd k'esse imaja k'um pregá li... bem, é só fazê sima nhô Pâde Fernand: bzote limpá oi n'tapete (ele tava limpá pé...).

2 comentários:

Jonas disse...

O teu poeta apesar do inglês técnico someone has há mínimos porra! tem toda a razão este calor está mesmo é para molhar a palhinha ao acaso claro que isso do sal oh pá só faz é mal á saúde
Assim apanho a tua onda britânica e dou-te um conselho de gajo para gajo:
Just do it!
Vê a tua cx de mail porque te refrescares.

Virgílio Brandão disse...

Ai peixinho!
O sal, com medida certa só faz bem... pensa só nos tempos em que não havia frigorificos!

Obrigado pelo refresco! It sounds and looks good! E o conselho... bem, o que dizer peixinho?
:-)