- MEMÓRIAS DA HISTÓRIA
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
10:22:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: Ayatollahs, memórias da história, Xá do Irão
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
- VOZES DE ATENTAR
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
8:22:00 a.m.
4
comentários
Etiquetas: Adriano Duarte Silva, estudos, memórias da história, obras, vozes de atentar...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
.
Temos que concordar que, para um país que se diz adepto da política de assimilação, esta progressiva diferenciação entre metropolitanos naturais das Colónias não constitui um índice de grande capacidade civilizadora» — Adriano Duarte Silva no Parlamento português durante o Estado Novo.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:15:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: Adriano Duarte Silva, Cabo Verde, Colónias, direitos humanos, Estado Novo, exclusivismo racista, memórias da história
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:42:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: África, Akenaton, Amenofis IV, arte, conquistadores, egípcios, Egipto, estética, humana conditio, memórias da história, múmia, prótese, romanos
sábado, 23 de janeiro de 2010
- AI CAMÕES!
Aristides Pereira foi, ontem, homenageado pelo PAICV. Síndrome dos tempos. Nada é por acaso."O mundo é apenas mudança; a vida apenas opinião"[1](Demócrito).
_________
[1] Citado por Marco Aurélio Antonino in Marco Aurélio, Pensamentos Para Mim Mesmo, Estampa, Lisboa, 1978, IV.4, p.41.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
1:55:00 a.m.
1 comentários
Etiquetas: memórias da história, politica, sociedade
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:06:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: memórias da história, politica, sociedade
terça-feira, 12 de janeiro de 2010

- OS CONJURADOS
O facto data de 1291.
São homens de distintas estirpes,
que professam distintas religiões e falam distintos idiomas.
Tomaram a estranha resolução de ser razoáveis.
Decidiram esquecer as diferenças e acentuar as afinidades.
Foram soldados da Confederação e depois mercenários,
porque eram pobres e tinham o hábito da guerra
e não ignoravam
que todas as empresas do homem são igualmente vãs.
Foram Winkelried, que crava no peito as lanças inimigas
para que os seus companheiros avancem.
São um cirurgião, um pastor ou um procurador,
mas são também Paracelso e Amiel e Jung e Paul Klee.
No centro da Europa, nas terras altas da Europa,
cresce uma torre de razão e de firme fé.
Os cantões são agora vinte e dois. O de Genebra, o último,
é uma das minhas pátrias.
Amanhã será todo o planeta.
Talvez o que digo não seja verdadeiro, oxalá
seja profético.
------ Jorge Luís Borges
.
Imagem: Snack for Two – Jean Dubuffet (1945)
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
9:51:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, JL borges, memórias da história, politica, sociedade
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
1492, Marzo 31, Granada
*
.
Bien sabedes o debedes saver que porque nos fuimos informados que en estos nuestros reynos abia algunos malos christianos que judaizaban e apostataban de nuestra santa fe catolica, de lo qual hera mucha causa la comunicacion de los judios con los christianos, en las Cortes que hizimos en la cibdad de Toledo el año pasado de mill e quatrocientos e ochenta años, mandamos apartar a los dichos judíos en todas las cibdades e villas e lugares de los nuestros reynos e señorios, e dalles juderias e lugares apartados donde bibiesen esperando que con su apartamiento se remediaría.
.
Y como quiera que de mucha parte desto fuemos ynformado antes de agora y conocemos que el remedio verdadero de todos estos daños e yncombinientes estaba en aprestar (sic) del todo la comunicacion de los dichos judios con los christianos e hecharlos de todos nuestros reynos, quisimonos contentar con mandarlos salid de todas las cibdades e villas e lugares del Andaluzia donde parecia que abian fecho mayor daño, creyendo que aquello bastaria para que los de las otras ciudades e villas e lugares de nuestros reynos e señorios cesasen de hazer e cometer lo suso dicho.
.
É porque los dichos judios e judias puedan durante el dicho tiempo fasta en fin del dicho mes de jullio mejor disponer de si e de sus bienes e hazienda, por la presente los tomamos e recibimos so nuestro seguro e anparo e defendimiento real e los aseguramos a ellos e a sus bienes para que durante el dicho tiempo fasta el dicho dia fin del dicho mes de jullio puedan andar e estar seguros e puedan entrar e vender e trocar e enagenar todos sus bienes muebles e raizes e disponer dellos libremente e a su boluntad, e que durante el dicho tiempo non les sea fecho mal ni daño ni desaguisado alguno en sus personas ni en sus bienes contra justicia so las penas en que cayen e yncurren los que quebrantan nuestro seguro real. E asi mismo damos licencia e facultad a los dichos judios e judias que puedan sacar fuera de todos los dichos nuestros reinos e señorios sus bienes e hazienda por mar e por tierra con tanto que no saquen oro ni plata ni moneda amonedada ni las otras cosas vedadas por las leys de nuestros reynos, salvo en mercaderias que non sean cosas vedadas o en canbios.
.
E otrosi mandamos a todos los concejos, justicias, regidores, cavalleros, escuderos, oficiales e omes buenos de la dicha cibdad de Burgos de de las otras cibdades e villas e lugares de los nuestros reinos e señorios e a todos los nuestros vasallos, subditos e naturales que guarden e cumplan e fagan guardar e cunplir esta nuestra carta e todo lo en ella contenido e den e fagan dar todo el fabor e ayuda que para ello fuere menester so pena de la nuestra merced e de confiscacion de todos sus bienes é oficios para nuestra Camara e Fisco. E porque esto pueda benir a noticia de todos e ninguno pueda pretender ygnorancia mandamos que esta nuestra carta sea pregonada por las plazas e lugares acostumbrados desa dicha cibdad e de las principales cibdades e villas e lugares de su obispado por pregonero e ante escribano público.
.
E los unos ni los otros non fagades ni fagan ende al por alguna manera so pena de la nuestra merced e de pribacion de los oficios e confiscaçion de los bienes a cada uno que lo contrario fiziere. E demas mandamos al omen que les esta nuestra carta mostráre que los enplace que parezcan ante nos en la nuestra Corte, do quier que nos seamos del dia que los enplazare fasta quinze dias primeros siguientes so la dicha pena so la qual mandamos a qualquier escribano publico que para esto fuere llamado que de ende al que vos la mostrare testimonio signado con su signo, porque nos sepamos cómo se cunple nuestro mandado.
.
Dada en la nuestra cibdad de Granada a XXXI dias del mes de marzo año del nasçimiento de nuestro señor Ihesuchristo de mill e quatrocientos e noventa e dos años. Yo el rey, yo la reyna. Yo Juan de Coloma, secretario del rey e de la reyna nuestros señores la fize escrivir por su mandado. Registrada Cabrera, Almazan chanceller.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
12:38:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, memórias da história, politica, religião, sociedade
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Procurando vestígios numismáticos (procurava uma moeda de Tibério — a que Jesus Cristo terá tido nas suas mãos — e uma de Clodio Albino) para um documento, deparei-me com esta moeda de Constantino — e que prova o que eu sempre pensei dele: era muito pouco cristão e ostentava uma vaidade extrema, o que é coisa pouco cristã. A moeda diz D N CONSTANTINVS P F AVG na cara da moeda. Isto é, Dominus Nostrum Constantinus Pater Felix Augustus. No verso da moeda — vê-se o símbolo da deusa da vitória e um extraordinário quatro vezes Augusto (!!!).
Um cristão nunca usaria estes símbolos (note-se que o Imperador Adriano desencorajava o uso do termo Dominus=Senhor e Alexandre Severo recusaria o título). Ao ver este registo numismático consegui perceber como Constantino logrou convencer Lícínio — Imperador romano do Oriente — a ditar o Édito de Milão ou Édito da Tolerância de 313 d.C e, no processo, fazê-lo desaparecer da história. O cristianismo tornou-se, então, res publica — coisa pública, objecto do Império enquanto religião oficial que procederia à nacionalização dos deuses dos povos do império e os renomaria de deuses a santos.
Resta aqui a origem da Igreja Católica Apostólica Romana, e a paganização do cristianismo. O nomen de cristão de Constantino I foi uma acção política, a pax romana sem espada, a pax romana do verbo divino. Teve, concedo, qualquer coisa de génio: uma visão extraordinária do Mundo unido sobre o mesmo lema sem se recorrer à força. Maomé faria a sua imitatio, e também lograria sucesso. Constantino não era um cristão, era um político! A sua mãe, Helena, sim; ela era uma cristã devota. E celebramos o Natal, uma festa uma festa de origem afro-asiática — Horus, fugindo de Set, sempre chegou ao Egipto! e Júlio Africano dir-nos-ia que foi a 25 de Dezembro que Jesus Cristo nasceu, e seguiu as mesmas pisadas de Horus (Ah! Esquecia-me: o Deus menino africano, Horus — assim como Mitra — nasceu no dia 25 de Dezembro).
A vitória do cristianismo de Constantino foi a derrota do cristianismo de Jesus Cristo que Tertuliano, Origenes e os pater da igreja de Alexandria fundamentaram e sustentaram. A vitória do cristianismo foi uma vitória pírrica, como se vê hoje.
Imagem: Aureos ou solidus de Constantino I
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
4:17:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, memórias da história, religião, sociedade
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
11:58:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: humana conditio, memórias da história, o mal
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:08:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, direitos humanos, humana conditio, memórias da história
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:55:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: beleza, direitos humanos, liberdade, memórias da história
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:50:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: direitos humanos, liberdade, memórias da história
domingo, 18 de outubro de 2009
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
4:24:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, humana conditio, memórias da história
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
12:17:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: memórias da história, memórias da iniquidade, politica, sociedade
sexta-feira, 28 de agosto de 2009

- O MEU POETA
Imagem: Ernesto Che Guevara no Congo
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
10:00:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, memórias da história
terça-feira, 18 de agosto de 2009
- QUANDO O BEM QUE SE FAZ COMPENSA O MAL CAUSADO
A imagem que os políticos têm de si mesmos é extra ordinária, e por vezes construída pelo mito e pela propaganda política. O povo, em regra, ou segue essa construção ou tem uma outra perspectiva dos mesmos. Assim aconteceu com Tito Vespasiano. Plínio, o Velho, ao escrever a sua História Natural elogia o general Romano de tal ordem que chega a ser impressionante. Diz-nos que (Plínio o Velho, História Natural, II, V, 18). «Um mortal ajudar outro mortal: isso é Deus; e este é o caminho para a glória eterna; nesta via seguiram os nossos eminentes romanos, nela segue agora, em passo celestial, com os seus filhos, o maior governante de todos os tempos, Vespasiano Augusto, vindo em auxílio de um mundo exausto».
Mas será que é assim mesmo? Tito Vespasiano, que viria a ser conhecido pelo cerco cruel que fez a Jerusalém, tendo, em 69 d.C, depois de aclamado imperador romano, deixado o cerco da cidade ao filho, Tito Vespasiano que, em 70 a.C., destrói Jerusalém, não deixando pedra sobre pedra do templo de Salomão – como Jesus Cristo previra: o templo, forrado a ouro, depois de incendiar-se o ouro derreteu e os legionários romanos levantaram pedra sobre pedra para retirar o ouro. É esta destruição de Jerusalém, e o grande exílio forçado dos judeus que se lhe seguiu que é, ainda hoje, a causa mais remota do conflito palestiniano. Flávio Josefo, na Histórias das Guerras Judaicas (de que existe edição espanhola: Las Guerras de los Judios, editora Clie, Barcelona), diz-nos que Tito Vespasiano chorou com a destruição causada com a destruição de Jerusalém.
Seria, a seu tempo, assentado entre os deuses – pela apotheose: inter divo relatus est. No Arco de Tito, no Fórum de Roma, encontramos as inscrições que provam a sua grandeza que Plínio o Velho previu e não viu de todo (Tito Vespasiano sucederia o pai no Imperium em 79 d.C., no mesmo ano que Plínio o Velho morre, vitima da erupção do Vesúvio que o surpreendeu na sua residência nas proximidades de Pompeia). A inscrição Senatvs Popvlvs Qve Romanvs Divo Tito Divi Vespasiani f(ili)Verspasiano Avgvsto, é uma expressão da sua grandeza como pater patriae pois representa o verdadeiro espírito de Roma, a bandeira das legiões: SPQR (Senatus Populus Que Romanus=O Senado e o Povo de Roma).
O mal feito ao povo judeu foi apagado pela história, pelo bem que acabou por ser esquecido pelo bem que fez a Res Publica – tomando emprestado uma expressão do Senado romano a propósito de Septimio Severo. A vitória em Jerusalém, ter enfrentado com proficiência algumas desgraças – como caso da erupção do Vesúvio – e ter sido o imperador do cimento e das obras públicas (como a inauguração do Coliseu) granjearam-lhe a eternidade como um bom governante. Mas o mal social, humano e cultural causado com a destruição de Jerusalém – e as suas consequências seculares – são expiáveis com uma boa governação?
Imagem: Pormenor do Arco de Tito no Forum em Roma
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:27:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: história, memórias da história, politica
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
- VOZES DE ATENTAR...
First, Nelson Mandela's statement at his trial where he was sentenced for organizing with the African National Congress (A CIA officer later bragged that the agency had tipped off the South African Intelligence Service). He spent the next 26 years in prison. His release, one demand of the intense international campaign against South African Apartheid, was won in 1990. The second statement here is his speech given at his release. He later served as President of South Africa from 1994 to 1999.
.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:10:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: ciência, cultura, direitos humanos, memórias da história, vozes de atentar...
domingo, 21 de junho de 2009
- A ROTA DA ESCRAVIDÃO, que não dos escravos. É que existe uma diferença substancial entre uma coisa e a outra. A memória é uma coisa preciosa, mas não é, nem deve ser, instrumento de seja o que for.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
9:26:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: direitos humanos, memórias da história, o mal
sábado, 20 de junho de 2009
Antoninus Bassianus, Caracalla. O primeiro Barack Obama da história
.
- MEMÓRIAS DA HISTÓRIA
***
Antoninus Bassianus sentou-se no trono imperial e, perante um Senado silencioso e aterrorizado[1] – com verdadeiro temor e tremor –, disse-lhes:[2]
«Tenho consciência do ódio que imediatamente se sujeita alguém de quem se tem notícia de ter assassinado um familiar. A palavra em si causa uma grave recriminação logo que é escutada, causando simpatia pelas vítimas e animosidade pelos agentes vitoriosos. A vítima, em tais circunstâncias, aparece como estando do lado do bem e os vitoriosos do lado do mal.
Mas se alguém analizar o facto com uma mente aberta, sem preconceitos de favor, pelo homem morto, e investigar as causas fundamentais da acção, logo descobrirá que é uma lógica necessária que uma pessoa que esteja prestes a ser ferido se defenda e não se remeta à passividade; pois neste caso o desastre da vítima só pode ser atribuído à cobardia, enquanto que ao vitorioso, além da sua segurança, obtem a reputação de bravo.
No geral, podeis descobrir, usando a tortura, as várias ocasiões em que o meu irmão conspirou contra mim, usando todo o tipo de venenos letais e toda a espécie de traições. Por isso dei ordens para os seus serviçais serem trazidos aqui perante Vós para descobrides a verdade. Alguns já foram inquiridos e podereis ter as provas dos seus depoimentos. Mas o facto decisivo foi que, enquanto estava com a minha mãe, atacou-me com uma espada – estando acompanhado por vários homens armados e preparados para a peleja.
Mas, com grande acuidade e presença de espírito, percebi o que estava acontecendo e defendi-me tratando-o como a um fora da lei, uma vez que não se apresentava nem demonstrava a atitude e o intuito de um irmão. A legítima defesa contra a conspiração não é somente justificada como é natural. Afinal, até Rómulo, fundador desta cidade, não deixou de defender-se do seu irmão simplesmente por este gozar com a sua administração; para não cita Germânico, irmão de Tibério; Britânico, irmão de Nero ou Tito, irmão de Domitiano. O próprio Marco, enquanto apregoava a sua filosofia e humanidade, não tolerou a arrrogância de Lucius,[3] seu genro, e livrou-se dele através de uma conjura.
Assim, também eu me defendi contra o meu inimigo que estava se preparando para me matar e ergueu a sua espada contra mim. Inimigo é o nome que ele merece em razão das suas acções. É vosso dever, primeiro, louvar os deuses por pelo menos um dos Vossos imperadores ter sido salvo por eles; depois devereis por um fim aos sentimentos sectários e às opiniões partidárias e viver uma vida tranquila perante um único Imperador. Júpiter criou o poder imperial para um único governante, a imagem da sua própria posição entre os deuses.»
Antoninus Bassinanus dixit
NOTAS:
[2] Herodiano, IV.5.2-7 (a tradução portuguesa é minha, para o meu livro «Os Imperadores Africanos do Império Romanos – A Multiculturalidade no Berço da Europa»). Todo o discurso de Antoninus Bassianus é enformado por uma lógica de justificação que repredistina a tradição romana de auto-defesa da vida, sentido de honra e dignidade que vinha desde o tempo da Monarquia até ao Imperium dos Antoninos, cujo testemunho de situação invocou em Marco Aurélio.
[3] Era voz corrente no Império que Marco Aurélio teria se livrado de Lucius Verus, seu genro e co-Imperador, envenenando-o («The Life of Marcus Aurelius», XV.5, in SHA).
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
12:08:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: história, humana conditio, memórias da história, politica, raizes
















