quarta-feira, 2 de setembro de 2009

  • RICH POLITICIANS AND WE, THE POOR PEOPLE

Europe wants to be an example for the World — everyone says. But to want and to be are different things, as the nature of things and reality shows every day, as now. EU commissioners 'take home more than €1m on leaving office' – says the Parliament Magazine on line. Read it! It's about you and you taxes, your vote, your life, the people you trust the public affairs, our fair Europe.

After this, read State and Utopia of Robert Nozick. We must understand those guys, the politicians, after all, we are The People, aren't we? But, will the Europeans, do what Sarah Gaskell thinks? That: "Taxpayers around Europe, whose pensions have been swallowed up in the recession, will rightly question why they are footing such an enormous bill for a handful of remote officials who they never voted for in the first place." I do not think so, for europeans like democracy, because it is safe, and allows them to live without the responsibility of thinking and the engagement on the decision making process: to vote is enough, and the politicians – the parties, I mean! – knows it. They know it and use it.

So, my brother european, when you asked me about the cleptocracy in Africa... I will show you a mirror – like Dorian Gray’s. It's politics public service or just a way of getting rich faster on people’s money? The answer, on the ground of ethics, é clear as fountain water. And comparing what can be compared, Sarah Gaskell says that "It is a topsy-turvy world when an unelected EU official is earning the same wage as the democratically elected president of the United States". And this is democracy! And I remember Adolfo Bioy Casares’ words: «No creo indispensable tomar un sueño por realidad, ni la realidad por locura.» Yes! The crisis… are just for the people, the poor people!

2 comentários:

Amílcar Tavares disse...

Acho que o subsídio de reinserção dos titulares de cargos políticos existe em todo o lado...

Virgílio Brandão disse...

Existe, mas porquê?

É justificável que um Comisário Europeu receba tanto dinheiro, só por ter desempenhado essa função? E que «reinserção» ó Amilcar? Se os cuidados saissem de lá pobres e desempregados, sim. Mas saem com as contas bancárias a abarrotar, e com filas de empresas, instituições a oferecer-lhes emprego.

Para quê um subsisidio de reinstalação? E de valores tão absurdos? Toda a gente está careca de saber que essa gente volta direitinha para um lugar melhor do que aquele de onde saiu quando chegou ao cargo que deixa. Reinstalação? Reinserção?

O facto das coisas existirem, não que dizer que sejam correctas, justas e admissiveis. Em Portugal, por exemplo, os deputados eleitos pelos circulos que não de Lisboa recebem «subsidios de instalação» em Lisboa, mas a verdade é que a maioria vive e sempre viveu na capital...

Faz sentido existirem subsidios de instalação a quem não vive na cidade, mas não para quem vive nela. Na verdade essas coisas têm um nome!