sábado, 24 de janeiro de 2009

6 comentários:

Joshua disse...

Espero que não te tenhas esquecido de colocar o visto nesse teu beijo passaporte...;)
De resto achei curioso este poema até porque se lê num fôlego.

Virgílio Brandão disse...

Ai!, os vistos... sempre os vistos. Os vistos, a fronteira da condição... Se calhar o melhor é não pensar nisso.

Este poema, Joshua, deveria ser de tirar fôlego, não de se ler num fôlego. :-)

Joshua disse...

E não é que tens razão! Se calhar era isso que eu queria dizer ;)

Virgílio Brandão disse...

Mas, Joshua: sobre os «vistos» como «fronteira da condição» ou sobre o «fôlego»? :-)

Joshua disse...

Sem fôlego é difícil ficar...como vou ao ginásio algumas vezes por semana estou em forma, no entanto pode acontecer. Ontem, por exemplo, quando cheguei ao trabalho uma colega exclamou: Olha! A Branquinha! Claro que o que ela queria dizer é que eu devia usar maquilhagem porque estava pálida mas assim tão de repente até parecia uma história antiga :)

Virgílio Brandão disse...

Joshua, com tanta maneiras de ficares sem fôlego, tinha logo que te acontecer essa... branquinha. Acontece. He, he