sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

  • ODE ON SOLITUDE, Alexander Pope
I.
How happy he, who free from care
The rage of courts, and noise of towns;
Contented breathes his native air,
In his own grounds.

II.
Whose herds with milk,
whose fields with bread,
Whose flocks supply him with attire,
Whose trees in summer yield him shade,
In winter fire.

III.
Blest! who can unconcern'dly find
Hours, days, and years slide swift away,
In health of body, peace of mind,
Quiet by day,

IV.
Sound sleep by night; study and ease
Together mix'd; sweet recreation,
And innocence, which most does please,
With meditation.

V.
Thus let me live, unheard, unknown;
Thus unlamented let me die;
Steal from the world, and not a stone
Tell where I lie.

  • Imagem: Solidariedade mecánica

2 comentários:

Nita disse...

A solidariedade deveria ser mais praticada em tudo que gera o Bem. Mas ela depende de vários factores, meu caro Virgílio.
A solidariedade Humana depende da boa-vontade ou do desejo de fazer algo por alguém ou por um grupo, povo...mas há que unir as vontades, simpatias, ideais,desejos, objectivos, finalidades, enfim...A solidariedade falha se houver passividade, não-aceitação, não-cumprimento por uma das partes.
Que achas, Virgílio?
Será que meio-Mundo está sofrendo por causa da falta de Solidariedade doutro Meio-Mundo?

PS: - ( preocupação minha ... ...)
beijo,
Anita

Virgílio Brandão disse...

Se acho, Anita? Não!, tenho a certeza.

:-)