sábado, 7 de março de 2009

Arte efémera de Seyi Wujian
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  • VOZES DE ATENTAR...
“Há três tipos de pessoas no mundo:
As que aprendem com os próprios erros: são sábias.
As que aprendem com os erros dos outros: são afortunadas.
E as que não aprendem nem com os próprios erros, nem com os dos outros: são imbecis”, autor anónimo

6 comentários:

Jessica disse...

VB, eu sei qual o tipo de pessoa que é Al Binda! Queres que te diga?

:)

Virgílio Brandão disse...

Jessica,
se for para dizer bem, sim. Se não for, não quero saber. :-)

Jessica disse...

Mas, VB, eu não digo mal das pessoas, nunca!
Tanto msis que Al Binda não é uma pessoa, é um pseudónimo, é um nik, como eu! Mas mesmo assim, não digo mal das pessoas por pensarem diferente ou terem opiniões diversas, como ele faz com os outros comentadores, aqui e em outros blogues e fóruns terapêuticos.
Para mim ele não é nem sábio, nem afortunado, nem imbecil. É do tipo incógnito, que ainda está no processo de maturação e de encontro de si mesmo.

Estarei aqui atenta a lê-lo e a ouvi-lo, pacientemente.

:)

Virgílio Brandão disse...

Jessica,
o Al Binda é pessoa (no sentido de prosopon), tanto como tu ou eu. :-)

O teu juízo é indutivo e expressa a tua percepção do que ele revela ao Mundo.

Mas, como vês, pode-se ser assertivo sem se dizer bem ou mal, mesmo da máscara dentro da máscara que é o Al Binda.

Seja como for, Jessica, não estamos todos no (ou a) caminho de aprender a ser mais humanos? Nem sempre se está na melhor das sendas, mas é nossa responsabilidade ajudar quem não se encontra nela e reavaliar, todos os dias, o nosso sentido existencial, o nosso próprio caminho.

Não faças aos outros o que não gostas ou gostarias que te façam ti (acção difícil), é um bom caminho - sim.

Dia bom :-)

Ariane Morais-Abreu disse...

Este Al Binda da muito que comentar!! Que se conformam com este anonimo, a liberdade é dele. Laissez-le s'exprimer et contredire, la pensée a tout à gagner de la confrontation des contraires... Afinal para quê servem os blogs?!!

Virgílio Brandão disse...

Sim, Ariane... para quê?

Lembraste do que Kant disse quando lhe contaram da Revolução Francesa e das atrocidades que se lhe seguiram?

Se é liberdade, concordo! Mas que seja kantianamente livre.
:-)