segunda-feira, 30 de março de 2009

  • I LOVED YOU..., Aleksander Pushkin

I loved you: and, it may be, from my soul
The former love has never gone away,
But let it not recall to you my dole;
I wish not sadden you in any way.

I loved you silently, without hope, fully,
In diffidence, in jealousy, in pain;
I loved you so tenderly and truly,
As let you else be loved by any man.

Imagem: Stephenie Flickinger, tornando o Mundo mais belo...

4 comentários:

Jessica disse...

VB, a declaração de amor mais linda que já li. A mulher que o poeta ama deve ter uma beleza incomensurável, interna e externamente.

Mas porque a ama intensamente em silêncio e sem esperanças, VB?

Amor destes não se deve desperdiçar e deixar esvair no silêncio, julgo eu.

Semana boa

;)

Joshua disse...

O poema até percebo...mais um poeta que morreu cedo e num duelo...agora a relação com a ilustração que o acompanha é que me deixa meio confusa. Afinal qual é o critério?

Gabi disse...

VRB, sempre que passo pela foto e releio os versos, sinto um calafrio na espinha, e uma sensação gostosa, porquê?

lol

Virgílio Brandão disse...

Jessica,
teria de perguntar a Pushkin... prometo que, um dia, far-lhe-ei esta pergunta.

Mas, vou perguntar ao meu poeta, talvez ele saiba alguma coisa sobre isso.

Joshua...
o critério é o da beleza, da beleza de alma-nossa que até nos faz achar coisas intragáveis as melhores coisas do Mundo.

Gabi,
deve ser porque por causa das pérolas sobre o ventre... o que é natural. Eh, eh

Eh, eh