
- CONSERVACIÓN
---- Charles Baudelaire
Cicero discursando contra Catilina no Senado.

Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:41:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:38:00 a.m.
0
comentários
Um bom amigo enviou-me este vídeo por e-mail, e não resisto a compartilhá-lo também. A beleza deve ter asas para voar – dirá o meu poeta. I was blessed by it! Obrigado, AS. Que Deus e as sereias mindelenses possam recompensar-te.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:01:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, direitos humanos, humana conditio, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:11:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, direitos humanos, humana conditio, politica
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
10:27:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, in english, liberdade, pensamento, politica, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:15:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, en español, humana conditio
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
6:28:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, for you, humana conditio
La Donna e Mobile, Luciano Pavarotti
A ELECTRA, em algumas coisas, começa a fazer escola em terras lusas... That´s life — diria o Sinatra.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
6:11:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
5:04:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, humana conditio, livros
Ditosa que ao teu lado só por ti suspiro!
Quem goza o prazer de te escutar,
quem vê, às vezes, teu doce sorriso.
Nem os deuses felizes o podem igualar.
Sinto um fogo subtil correr de veia em veia
por minha carne, ó suave bem querida,
e no transporte doce que a minha alma enleia
eu sinto asperamente a voz emudecida.
Uma nuvem confusa me enevoa o olhar.
Não ouço mais. Eu caio num langor supremo;
e pálida e perdida e febril e sem ar,
um frêmito me abala... eu quase morro... eu tremo.
--- Safo
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
8:41:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: beleza, cultura, humana conditio
A imagem que os políticos têm de si mesmos é extra ordinária, e por vezes construída pelo mito e pela propaganda política. O povo, em regra, ou segue essa construção ou tem uma outra perspectiva dos mesmos. Assim aconteceu com Tito Vespasiano. Plínio, o Velho, ao escrever a sua História Natural elogia o general Romano de tal ordem que chega a ser impressionante. Diz-nos que (Plínio o Velho, História Natural, II, V, 18). «Um mortal ajudar outro mortal: isso é Deus; e este é o caminho para a glória eterna; nesta via seguiram os nossos eminentes romanos, nela segue agora, em passo celestial, com os seus filhos, o maior governante de todos os tempos, Vespasiano Augusto, vindo em auxílio de um mundo exausto».
Mas será que é assim mesmo? Tito Vespasiano, que viria a ser conhecido pelo cerco cruel que fez a Jerusalém, tendo, em 69 d.C, depois de aclamado imperador romano, deixado o cerco da cidade ao filho, Tito Vespasiano que, em 70 a.C., destrói Jerusalém, não deixando pedra sobre pedra do templo de Salomão – como Jesus Cristo previra: o templo, forrado a ouro, depois de incendiar-se o ouro derreteu e os legionários romanos levantaram pedra sobre pedra para retirar o ouro. É esta destruição de Jerusalém, e o grande exílio forçado dos judeus que se lhe seguiu que é, ainda hoje, a causa mais remota do conflito palestiniano. Flávio Josefo, na Histórias das Guerras Judaicas (de que existe edição espanhola: Las Guerras de los Judios, editora Clie, Barcelona), diz-nos que Tito Vespasiano chorou com a destruição causada com a destruição de Jerusalém.
Seria, a seu tempo, assentado entre os deuses – pela apotheose: inter divo relatus est. No Arco de Tito, no Fórum de Roma, encontramos as inscrições que provam a sua grandeza que Plínio o Velho previu e não viu de todo (Tito Vespasiano sucederia o pai no Imperium em 79 d.C., no mesmo ano que Plínio o Velho morre, vitima da erupção do Vesúvio que o surpreendeu na sua residência nas proximidades de Pompeia). A inscrição Senatvs Popvlvs Qve Romanvs Divo Tito Divi Vespasiani f(ili)Verspasiano Avgvsto, é uma expressão da sua grandeza como pater patriae pois representa o verdadeiro espírito de Roma, a bandeira das legiões: SPQR (Senatus Populus Que Romanus=O Senado e o Povo de Roma).
O mal feito ao povo judeu foi apagado pela história, pelo bem que acabou por ser esquecido pelo bem que fez a Res Publica – tomando emprestado uma expressão do Senado romano a propósito de Septimio Severo. A vitória em Jerusalém, ter enfrentado com proficiência algumas desgraças – como caso da erupção do Vesúvio – e ter sido o imperador do cimento e das obras públicas (como a inauguração do Coliseu) granjearam-lhe a eternidade como um bom governante. Mas o mal social, humano e cultural causado com a destruição de Jerusalém – e as suas consequências seculares – são expiáveis com uma boa governação?
Imagem: Pormenor do Arco de Tito no Forum em Roma
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:27:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: história, memórias da história, politica
Nothing, this foam, virgin verse
Depicting the chalice alone:
Far off a band of Sirens drown
Many of them head first.
We sail, O my various
Friends, I already at the stern,
You at the lavish prow that churns
The lightning´s and the winters´ flood:
A sweet intoxication urges me
Despite pitching, tossing, fearlessly
To offer this toast while standing
Solitude, reef, and starry veil
To whatever´s worthy of knowing
The white anxiety of our sail.
---- Stephane Mallarmé
Imagem: A Arte e a Literatura, Bouguereau
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
12:26:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
8:20:00 p.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:38:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, humana conditio, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
11:34:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: ciência, cultura, humana conditio, religião, zen moment(o)
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
10:50:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, humana conditio, pensamento, religião, sociedade
Chegou a Cabo Verde, como quem chega para um momento de descanso depois de uma longa caminhada e com poucas expectativas políticas pelo pouco tempo que iria estar no país — assim pesavam muitos (em particular os que, em terras lusas, tentaram desvalorizar a visita). Deixando de lado os resultados que daí possam advir, uma coisa resulta clara: José Maria Neves recebeu a maior massagem ao seu ego político que poderia esperar.
«O Presidente Obama e eu dizemos: sim, é possível a boa governação em África. Olhem para Cabo Verde» — disse Hillary Clinton, em Conferência de Imprensa conjunta com o Primeiro Ministro, José Maria Neves, na ilha do Sal. E José Maria Neves deve ter-se sentido no céu dos políticos ao ouvir Clinton assegurar: — «Em todos os países por onde passei havia aspectos positivos e outros negativos. Aqui, a lista dos positivos é maior do que a dos negativos. O que ouvi é música para os meus ouvidos», explicou. Para José Maria neves, foi sinfonia angélica… em particular porque a Secretária de Estado norte-americana criticou muitos países por causa da corrupção – como a Nigéria e o Quénia – ou os direitos humanos, como o Zimbabué. Mas deveria não só ter ouvido, mas visto...
José Maria Neves ganhou uma aliada de peso para o seu discurso da boa governação, e a oposição um problema considerável. Ou será que não, que isto pode ser mote bastante para a Comissão politica Regional do PAICV deixar Isaura Gomes e a CâmaraMunicipal de S. Vicente me paz? Não creio, mas enfim… politics. O que dirá Jorge Santos? José Sócrates, please!, mas please: fale com o José Maria Neves! Afinal, como dizes, os americanos é que sabem.
Imagem: Hillary Clinton na Nigéria
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
8:13:00 p.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
6:16:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, direitos humanos, natureza das coisas..., politica, sociedade
My love for thee shall aye endure
As now, most perfect and most pure;
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
4:46:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:58:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:10:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: ciência, cultura, direitos humanos, memórias da história, vozes de atentar...
Há dias em que acordo a meio da noite: queria abrir a janela, pensar que é tarde e acordo, abro a janela e vejo rebanhos descendo a enseada de uma colina… — diz-me o meu poeta.
Imagem: Tick Tock a Bit Longer, Luiz Royo
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
5:33:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: beleza, cultura, o meu poeta, pensamento, prazer
Depois de muito procurar, e por um inesperado golpe da Fortuna consegui adquirir uma moeda que ansiava: um denarius de prata do Imperador afro-romano Severo Alexandre, de 223/224 d.C. — o último Imperador da dinastia Severa. IMP SEV ALEX ANT AVG (diz a cara da moeda) e AEQVITAS AVG (na coroa). Um momento de prazer, esse de ter nas mãos uma moeda com 1776 anos e pensar nas pessoas que compraram e pagaram escravos, pão, azeite, vinho, o prazer meretriz e tantas outras coisas.
E compartilho isso contigo, leitor de Terra-Longe. E não é pela moeda ter mais de mil e setecentos anos, não: é por ser de Severo Alexandre Antonino, um imperador extraordinário e por aquilo que representa; para mim em particular, depois de ter dado como terminado o meu livro: Os Imperadores Africanos do Império Romano — A Multiculturalidade no Berço da Europa. Agora pergunto a mim mesmo: onde encontrarei um denarius de Clodius Albinus, Didius Julianus, Ophelius Macrinus e Helvius Pertinax (este, não sendo um africano, um imperador que admiro em particular)?
Mas a minha busca por um denarius de ouro de Septimius Severus Afri (de 193 d.C., 201 d.C. ou de 211 d.C. – esta da Aphoteose, Consecratio de Severo) continua. Se alguém puder me ajudar…
Imagem: Severo Alexandre Antonino, filho de Antonino Bassiano (Caracala) e neto de Septimio Severo Afri
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
4:26:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: beleza, cultura, narcisismos, prazer
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
4:19:00 p.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, EU, narcisismos, natureza, natureza das coisas..., o meu poeta
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:57:00 a.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:22:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, religião, vozes de atentar...
No outro dia lia sobre uma dama da sociedade que, orgulhosamente, dizia que nunca tinha lido um livro – o que é, ao que parece, uma coisa comum e motivo de orgulho nos tempos que correm. Mas lêem outras coisas, lá isso lêem…
E, a propósito disso, lembrei-me de Antonino Eliogábalo, o Sardanapalo romano (como diriam Dio e Camões), que nunca leu um livro – diz-se. Mas que leu bem os Lusíadas com Aquilia Severa, Júlia Paula, Zótico de Smirna e Hierocles, lá isso fez bem... em noites regadas de vinhos frutados, manjares com toque de rosa e tudo. As referências subliminares das pessoas são, verdadeiramente, extraordinárias.
Os novos ídolos, ao contrário da fama dos antigos (de Catão o Censor, Marcelo, Amílcar Barac, Nelson, Scipião Emiliano, Napoleão, Aníbal, Tertuliano ou Melquiades) ou da grandeza dos modernos (René Cassin, António Vieira, Aung San Suu Kyi, Andrey Shakarov, Damien de Molokai ou Madre Teresa da Calcutá) não têm as almas plenas de valores mas sim alimentadas de barro, caviar e champanhe. Num mundo assim, a mentira, o mal e a inpaciência (que é uma forma de insolência e de mal) parecem triunfar sobre o bem. Mas quero crer que é só aparente.
Bem, vou atentar nas minhas leiteiras de verão. Razones Para Actuar – Una Teoria del Libre Albedrio, John A. Searle (uma releitura que se tornou, neste momento, prioritária).
Imagem: A Morte de Sardanapalo, Delacroix
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
2:12:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: cultura, humana conditio, pensamento, sociedade

Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:12:00 p.m.
0
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:57:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: natureza das coisas..., o meu poeta, politica, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:52:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: humor
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
1:34:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: narcisismos, o meu poeta
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
1:15:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: humana conditio, natureza das coisas..., pensamento, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
9:13:00 p.m.
3
comentários
Etiquetas: confições, liberdade, narcisismos, natureza das coisas..., silêncio
O silêncio é a arma dos maus.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
12:30:00 p.m.
2
comentários
Etiquetas: denúncia, humana conditio, memórias, politica, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
9:17:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: perplexidade, politica, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
7:14:00 a.m.
1 comentários
Etiquetas: ciência, cultura, memórias, pensamento, politica, sociedade
.jpg)
Don Tapscott, professor universitário e especialista em novas tecnologias, escreveu um artigo interessante no Huffington Post e que vale a pena atentar. O artigo, chamado «Note to President Obama: Want to Fix the Schools? Look to Portugal!», eleva Portugal a um case study e, imagine-se só!, exemplo modelar para combater o insucesso escolar através das novas tecnologias. Não vivesse eu em Portugal, e pensaria que Don Tapscott falava de um outro país, mas sei que o que o académico americano viu foi a encenação para «americano ver» e não a realidade, se bem que bom seria que assim fosse.
O problema, e Don Tapscott parece estar atento a isso, é que a tecnologia não resolve todos os problemas de aprendizagem ou de falência dos modelos tradicionais de ensino há muito ultrapassados pela realidade social e novas exigências formativas; o problema é de se encontrar um novo paradigma de ensino/aprendizagem e de responsabilidade partilhada entre o docente – que deve ser cada vez mais um orientador – e o discente no papel de descobridor do conhecimento. Mais do que o choque tecnológico, o aumento da escolaridade mínima obrigatória – que também tem efeitos sociais perniciosos, mas não é disso que se trata agora – é um instrumento poderoso que contribui em muito para a se travar o insucesso escolar.
Outro problema de base, e esse é um factor considerável, é que o exemplo social – determinante prática do quantum do abandono escolar, que não se resolve com a mais tecnologia e meios materiais mas sim com políticas sociais de promoção do mérito, e neste aspecto o sistema escolar de ensino em Portugal está falho há muito tempo – e de perspectivas de um futuro real e sustentável para os alunos que devem, em termos de paradigma formativo, ser cada vez mais formandos e menos alunos e/ou discentes.
PS: Se tivesse sido convidado para ir a Cabo Verde pelo Primeiro Ministro José Maria Neves ou pela Ministra da Educação, Vera Duarte, agora era Cabo Verde a ser elevado a exemplo para os Estados Unidos da América; na verdade é, pois o Governo de José Maria Neves tem programa análogo à administração Lusa. Mas Don Tapscott não sabe, não tem o dever de saber…
Imagem: As amigas, Gustav Klint (1916-1917)
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:06:00 a.m.
2
comentários
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
11:17:00 p.m.
0
comentários
Morreu o Deputado da nação José Maria Barros. O meu instinto, aquele que Tomás de Aquino me exorta a confiar, disse-me para silenciar-me, ver e escutar o quanto os deputados da nação são queridos e respeitados pelos escribas da terra. Os jornais nacionais fizeram, naturalmente, eco da funesta notícia, do empobrecimento da República pelo desaparecimento de um dos seus tribunos parlamentares, voz do povo que representava e obreiro do bem-estar nacional.
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
6:52:00 a.m.
6
comentários
Etiquetas: ambiente, humana conditio, o mal, perplexidade, politica, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
5:33:00 a.m.
6
comentários
Etiquetas: confições, humana conditio, o meu poeta, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
4:24:00 a.m.
1 comentários
Etiquetas: my poetry
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:57:00 a.m.
2
comentários
Etiquetas: humana conditio, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:45:00 a.m.
0
comentários
Etiquetas: momentos da história..., politica, sociedade
Publicada por
Virgilio Brandao
à(s)
3:05:00 a.m.
0
comentários