segunda-feira, 27 de outubro de 2008

  • FAIT DIVER
A propósito de fait-divers, soube que os alunos da disciplina de Matemática III da licenciatura de Engenharia de uma Universidade portuguesa foram confrontados com um facto aparentemente normal (!?) num exame: houve um exercício que nenhum aluno conseguiu fazer.

O professor que fez o exame, confrontado com esta situação pelos discentes, tentou resolver o dito cujo e… não conseguiu!

Isso sim, é um fait diver – dir-me-ão. Pois…, não.

E não me perguntem qual é a universidade, pois não direi; o que digo é: Ò Senhor, tende piedade de nós! Esta, sim, é um fait diver.
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Imagem: Pablo Picasso, Pietá, 1983

2 comentários:

Joshua disse...

Se bem me lembro, e eu tive Matemática III, este facto é normal.
Como normal é o prof. não resolver o exercìcio para o poder utlizar no próximo exame onde mais uma vez ninguém chegará ao fim do exercício.
Uma amiga minha reprovou tantas vezes à III que quando passou nem reparou que a inscrição a vermelho à frente era para defender a nota, pensava que era o habitual REPROVADO, e foi falar com professor para pedir recurso. Queria ao menos ir à oral. Foi assim que soube que tinha passado.lol
É a chamada tortura mental...

Virgílio Brandão disse...

É... Tortura mental... Há cada coisa estranha tem este mundo, não há?

O professor não deve ensinar?

Ah, é urgente ler-se Adorno e Horkeheimer... A mim isso parece o barbarismo de que Adorno fala(va).

:-)