sexta-feira, 17 de abril de 2009

  • AS MUITAS FACES DE AMILCAR CABRAL
Chove. Tenho de sair e apanhar chuva. Mas Abril é assim. Eu nasci em Abril. A revolução foi em Abril, e trouxe esperança... mas é sempre águas mil. Será porque Abril, ainda, não se cumpriu? A chuva lembrou-me Cabral, Amílcar Cabral. Fica, em foto, momentos da sua vida - a mesma vida que deu para que a minha terra seca e amada fosse independente, livre e pensasse no futuro pela cabeça dos seus filhos e das suas filhas.

«Jurei a mim mesmo que dedicaria a minha vida, toda a minha energia, toda a minha coragem, toda a capacidade que posso ter como homem, até ao dia da minha morte, ao serviço do meu povo, da Guiné e de Cabo Verde. Servir a humanidade, dar a minha contribuição, na medida do possível, para que a vida do homem venha a melhorar no Mundo. Esta é a tarefa que me impus», Amílcar Cabral

Imagem: Amilcar Cabral em diversas ocasiões

2 comentários:

Anónimo disse...

Pois também canto a "mamãe velha" nas horas cinzentas do norte...

Obrigada.

Abraços e bom fim de semana.

moreia

Virgílio Brandão disse...

Moreia,
Por todos os cantos do Mundo deveríamos cantar "mamãe velha"… e ser menos ingratos por quem tanto fez por nós.

Abraço fraterno