terça-feira, 28 de abril de 2009

Sarkosy e Zapatero

  • SARKO E ZAP
– Bela mulher, a tua ó Sarko!
– Ah, sim! Onde está ela!? onde está ela?...
– Ali homem, ali. Não fugirá…
– Ah, pois… se todos tiverem fatos coçados como o teu, Ó Zap, estou tranquilo.
– Não fales do meu fato, petit Sarko!
– Não me chames petit, ó comuna regenerado!
– Ah, isso não! Fato coçado, ainda admito… mas isso…
– Oh! Esquece isso. Somos irmãos europeus, não? Anda lá, falemos do terrorismo...
– Sim, isso sim...
– E da imigração, Zap, da imigração…
– Da imigração?
– Sim, da imigração. O que se passa contigo, Zap? Não te lembras de nada. Começaram a usar a molécula Zip em ti?
– O quê?
– Ah, não importa! O que digo, Zap, é que depois dos terroristas, vamos, agora, dar cabo dos imigrantes.
– Sim, Sarko…
– O teu sorriso parece meio pateta, Zap...
– Não… é que as mulheres do meu governo são capazes de ter uma perspectiva mais cuidadosa, humanista.
– Ah, essas podem ir dar uma volta com a minha mulher enquanto decidimos as coisas.
– Não pode ser eu, Sarko?
– Tu o quê, Zap?
– A ir dar uma volta com a tua mulher enquanto…
– Ah!... Usas fatos Channel, Zap?
– Eu!? Não…
– Então, não dá. Elas que cuidam dos vestidos e dos perfumes, e nós da crise económica, do terrorismo e da imigração. Está bem, Zap?
– Bem…
– Eu já comecei a dar um jeito nos atlantes…
– Ah sim, Sarko?… Como é que foi Sarko?
– Não está ninguém a escutar-nos, pois não Zap?...

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